quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Canções que se ouvem, rápidas a passarem. Rimas feitas e desfeitas, o que não sai da pele, o que fica no céu azul, o que cola à pele, o que fica gravado como um sinal de quem se encontra no meio dos sonhos.

Às vezes espera-se a madrugada, que a noite passe; de outras espera-se o fim dos caminhos, à espera da noite. É tão de repente que se vêem as coisas perfeitas.

Francisco José Viegas in “A Noite o Que É?”



Mértola 2011

2 comentários:

  1. Me gusta mucho el último párrafo. Es muy claro para mí lo que define el autor en él.
    Besos (otra vez diurnos).

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